segunda-feira, 28 de setembro de 2009

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Twitter para políticos

Em um depoimento a um jornal, Edney Souza, gestor do Interney.net, falou: “Ter a oportunidade de falar não significa nada se não tiver avanços”. E ele falou a frase em um contexto em que alguns políticos começavam a se engajar em blogs ou em outras ferramentas de mídia social.

Edney também cita uma série de casos envolvendo políticos e internet que pode ser lida aqui: http://www.interney.net/?p=9768580.

Porém, a conclusão a que Edney chega é a de que mesmo que muitos políticos estejam engajados em algumas redes, ainda estamos longe de uma situação ideal de democracia, transparência e interação com os cidadãos.

Descobri também, além das figuras públicas que estão nas redes sociais, uma ferramenta que reúne políticos em uma espécie de twitter destinado apenas a esse fim: http://www.politweets.com.br/home.

Pode ser uma boa fonte de acompanhamento e consulta do cidadão.

O que resta-nos concluir aqui é que: não basta apenas ficarmos no campo das idéias, temos que partir para a ação. Um exemplo disso, apesar de não ter resultado em ação concreta, foi o movimento #forasarney, no Twitter.

Por fim, acredito que o engajamento político é ajudado pelo Twitter, pela internet e por qualquer outra ferramenta de comunicação, mas sempre e quando há engajamento de verdade.

Veja mais na web
Políticos e Mídias Sociais: o que vem pela frente? (Fonte: Interney.net)

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Mídias Sociais & Política – A Política Democrática Na Web

Há muito anos, a televisão é o meio de comunicação mais utilizada em campanhas eleitorais. Porém, com o crescimento exorbitante da internet e a popularidade das mídias sociais, a web tornou-se uma nova ferramenta de comunicação para as batalhas eleitorais. Através da utilização de plataformas como blogs, Facebook, Twitter, Flickr, Youtube, Orkut, dentre outras mídias sociais. Assumindo assim, um papel fundamental no meio político e representando esse movimento de expansividade da informação.

As mídias sociais na política ganharam grande notoriedade com a campanha digital do presidente dos EUA Barack Obama. Tornando-se um ícone de popularidade não apenas nos Estados Unidos como no mundo todo e mostrando o poder que as mídias sociais possuem.

Para se ter uma idéia, no período das eleições dos EUA com a disputa da Presidência entre Barack Obama e Jonh McCain, os dois possuíam contas em diversas mídias sociais, porém um fator que resultou na popularidade foi à verdadeira utilização e objetivo de usá-las. Obama possuía 130 mil seguidores no Twitter (esse número com certeza deve ter aumentado), sendo que, possuía atualizações diárias; o perfil de Barack no Youtube possuía cerca de 1.800 vídeos postados, 14 milhões de visualizações em apenas um vídeo no Youtube; um grupo no Facebook com 2,3 milhões de membros; no Flickr a maior parte das fotos de seu perfil não era realizada por profissionais, mas sim fotografadas por eleitores voluntários. Já Jonh McCain, possuía menos de 5 mil de seguidores, sem atualizações diárias no Twitter; no Youtube pouco mais de 330 vídeos postados e poucas visualizações, no Flickr e Facebook não possuía perfis. E mais, Obama criou uma rede social (mybarackobama.com) onde os eleitores pudessem criar seus próprios blogs para discurso, enviar recomendações, criar mini-sites para arrecadações de ações e organizar eventos.

Qual o resultado de toda essa divulgação nas mídias sociais a Obama? Eleição Vitoriosa! Conseguiu entender o poder que as mídias sociais possuem?

Depois das eleições, Obama deu continuidade à base construída na web, criando o change.gov. Que é um ambiente onde a população pode enviar idéias e opinar sobre os mais diversos assuntos, aproximando o contato do governo com a população.

Aqui no Brasil, os políticos brasileiros estão aos poucos se inserindo nas mídias sociais. No Politweets, encontram-se verdadeiros perfis de políticos brasileiros no Twitter. Com, 17 senadores, 47 deputados federais, 11 deputados estaduais, 01 governador e 46 vereadores. Apenas um senador, Aloízio Mercadante é que dá ênfase em sua página a outras mídias sociais, como: Facebook, YouTube, Twitter, Flickr, RSS, Slideshare e até Orkut.

Assim como nos EUA que se teve um exemplo claro de que estar inserido em mídia sociais apenas para fazer números ou estar na “moda” não faz diferença nenhuma a vida política, que não bastam iniciativas isoladas para ouvir a população. É necessário além de ouvir, dar satisfações, mostrar resultados, dialogar com os eleitores, para que haja de verdade um acompanhamento de uma comunicação contínua em ambas as partes.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Notícias

Gabeira prega desobediência civil contra lei eleitoral
Estadão

As propostas da nova lei eleitoral que fizeram com que Gabeira se manifestasse e prometesse uma "desobediência" são as que colocam a internet sob as mesmas ...

Reforma eleitoral proíbe 2º colocado de assumir cargo
Cidadeverde.com

Agora, com a eventual aprovação da nova lei, se a cassação ocorrer na metade final do mandato (a partir do terceiro ano de governo, portanto), ...
OAB questiona nova lei eleitoral na web
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O artigo do projeto de lei da reforma eleitoral que mais causa polêmica entre os advogados é o 57-D, que visa “proibir a divulgação de opinião favorável ou ...

Senadores debatem como retirar limitações à campanha na internet
Monitor Mercantil

Em vez da revogação, o artigo da nova Lei Eleitoral que trata da internet traria em seu preâmbulo a reprodução do inciso 4º do artigo 5º da Constituição, ...
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